FAQ
Tudo o que perguntam antes de terceirizar
Dinheiro, contrato, pessoas e senhas: as 12 dúvidas que ouvimos em toda negociação, respondidas sem enrolação comercial.
Quanto custa terceirizar a TI da minha empresa?
Depende do porte e da criticidade, mas o mercado brasileiro trabalha com referências claras: R$ 80 a R$ 220 por estação/mês nos contratos por usuário, e pacotes fechados que vão de cerca de R$ 800 mensais numa microempresa a R$ 25 mil em operações médias. Um ambiente típico de 30 estações fica na casa de R$ 6 a 7 mil mensais. A página de orçamento detalha os modelos; o número exato sai do diagnóstico, com proposta em até 2 dias úteis.
Terceirizar a TI ou contratar um técnico CLT: o que compensa?
Faça a conta completa antes de decidir. Um CLT custa de 1,7 a 2,3 vezes o salário bruto — o técnico de R$ 4.000 sai por cerca de R$ 8.000/mês, tira 30 dias de férias, adoece, pede demissão e leva o histórico embora. Pelo mesmo dinheiro, um contrato entrega vários níveis de especialista, monitoramento contínuo e prazo de resolução garantido. O CLT faz sentido quando há demanda para uma função dedicada ao negócio — e nesse caso o modelo híbrido combina os dois mundos.
O que normalmente está incluído no contrato — e o que fica de fora?
Incluídos: suporte multicanal aos usuários, administração de servidores e rede, monitoramento pelo NOC, gestão de backup com testes de restauração, antivírus gerenciado, documentação do ambiente e governança trimestral. De fora, e sempre explícitos no contrato: compra de hardware, licenças de software de terceiros e projetos pontuais (mudança de sede, migração de ERP), que são orçados à parte antes de começar.
O que é SLA — e o que significa MTTR crítico de até 4 horas?
SLA é o acordo de nível de serviço: os prazos que o fornecedor se obriga a cumprir por tipo de chamado. MTTR é o tempo até a resolução — não até o primeiro retorno. Quando dizemos MTTR crítico ≤ 4h, estamos prometendo que uma parada grave estará sanada em até quatro horas corridas, sob pena de desconto na fatura. A maioria do mercado promete apenas tempo de resposta, que não conserta nada; a diferença entre os dois conceitos está explicada na página de SLA e contrato.
Vou perder o controle da minha TI ao terceirizar?
Nossa aposta é que você vai ganhar um controle que nunca teve. Cada chamado fica registrado no portal, visível a qualquer momento; a documentação do ambiente é sua e está sempre atualizada; e a cada trimestre a diretoria recebe os números da operação — MTTR real, SLA cumprido, volume por tipo. Caixa-preta é o cenário atual de muitas empresas, em que tudo depende do que uma pessoa lembra.
E se eu quiser trocar de fornecedor depois? Fico preso?
Não — e essa é uma cláusula, não uma cortesia. A documentação viva do ambiente pertence contratualmente à sua empresa, as senhas são rotacionadas e entregues, e o contrato prevê transição assistida na saída, com prazo definido e apoio a quem assumir. Fornecedor que dificulta a saída está confessando como pretende reter clientes.
Já tenho um técnico interno. Preciso demitir para terceirizar?
Não. O arranjo mais comum nas PMEs é o híbrido: seu profissional vira o gestor do contrato — quem cobra, prioriza e valida — ou se dedica aos sistemas do próprio negócio, enquanto assumimos infraestrutura, atendimento de rotina e retaguarda N2/N3. Para o técnico, costuma ser um alívio: ele troca o plantão solitário por um time de apoio e um papel mais estratégico.
Como funciona o atendimento no dia a dia?
O usuário abre o chamado por onde preferir — portal, telefone ou WhatsApp — e ele cai numa fila única, classificado por severidade e com prazo contando. O N1 resolve a maioria na hora; o que exige profundidade sobe para N2/N3 sem que ninguém precise reexplicar o caso, porque o histórico e a documentação acompanham o ticket. Em paralelo, o NOC monitora o ambiente e age antes de o usuário perceber boa parte dos problemas.
Minha empresa é pequena. Existe um tamanho mínimo?
Não temos catraca de porte. Atendemos operações a partir de cerca de dez estações — justamente a faixa em que manter alguém dedicado não se paga e o improviso mais machuca. O escopo é dimensionado para o tamanho real: uma empresa de 12 máquinas não contrata a estrutura de uma de 200, mas tem o mesmo SLA e o mesmo método.
Como ficam segurança, senhas e LGPD com um fornecedor externo?
Com mais rigor do que na média das TIs internas. Assinamos NDA, as credenciais administrativas ficam em cofre com rotação registrada e auditável, os acessos são nominais e revisados, e o contrato define o papel de cada parte no tratamento de dados pessoais conforme a LGPD. Centralizar a gestão de acessos num processo auditado é, na prática, um upgrade de segurança para a maioria das PMEs.
Existe prazo mínimo de contrato? E multa de rescisão?
O padrão do mercado — e o nosso — são contratos anuais, com condições melhores em prazos maiores e aviso prévio de 30 a 60 dias para rescisão. Se houver multa, ela é proporcional ao período restante e está escrita em número, não em juridiquês vago. Desconfie de duas coisas: contrato sem porta de saída e fornecedor que nem aceita falar sobre ela.
Vocês atendem presencialmente? Em quais cidades?
Sim. A base e o NOC ficam em Coqueiros, Florianópolis, e o atendimento presencial cobre com rotina a região da capital: São José, Palhoça, Biguaçu e o restante da Grande Florianópolis. Fora de Santa Catarina, operamos no modelo que já atende clientes em outras praças: suporte remoto como regra, visitas programadas e logística presencial definida em contrato conforme a criticidade de cada unidade.
Sobrou dúvida? Pergunte a quem opera
Nada de robô nem fila de call center: quem responde é o próprio time de operação da ASSIST, no horário comercial, direto do NOC em Coqueiros.
Horário: Segunda a Sexta, 08h às 18h · Endereço: R. Des. Pedro Silva, 2958, Coqueiros, Florianópolis/SC