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TI Terceirizado

Outsourcing total

Gestão completa de TI

Quando não existe ninguém de tecnologia na empresa, a ASSIST assume a cadeira inteira: infraestrutura, fornecedores, segurança, backup e planejamento — com dono, método e prestação de contas trimestral.

O cenário

Onde a operação costuma travar

Ninguém responde pela tecnologia

Cada setor compra o que acha melhor, contrata o link que apareceu e instala o que precisa. O resultado é um ambiente que ninguém conhece por inteiro.

Fornecedores sem fiscalização

Internet, telefonia, ERP, impressoras: cada contrato empurra a culpa para o outro, e sobra para o dono da empresa arbitrar discussão técnica.

Segurança adiada até doer

Sem responsável, antivírus vence, atualização atrasa e backup vira ato de fé. O risco cresce em silêncio até virar incidente com data e prejuízo.

  • 1

    Responsável pela TI

    Um contrato, um dono, zero empurra-empurra

  • Testada

    Restauração de backup

    Ensaios periódicos e documentados

  • ≤ 4h

    Incidente crítico

    Resolução com garantia contratual

  • Anual

    Planejamento de tecnologia

    Orçamento e metas revisados por trimestre

Quando a empresa cresce e a TI continua órfã

Há um padrão que se repete em empresas de 20, 50, 100 funcionários: o negócio amadureceu, o faturamento cresceu, os processos se profissionalizaram — e a tecnologia continuou sendo tratada como despesa avulsa. Um prestador diferente para cada problema, compras feitas no impulso da urgência, senhas espalhadas entre ex-funcionários e nenhuma pessoa que consiga responder à pergunta mais simples de todas: “o que acontece se esse servidor parar amanhã?”.

A gestão completa de TI existe para esse cenário. Não é um pacote de suporte com nome pomposo: é a terceirização da função inteira de tecnologia. A ASSIST assume o papel que uma empresa maior daria a um gerente de TI com equipe — decidir, operar, fiscalizar e prestar contas — pelo custo de serviço, sem os encargos e sem a solidão de um gestor sem time.

Primeiro, saber o que existe

Todo contrato começa pelo inventário, e ele costuma render surpresas. Máquinas que ninguém sabia onde estavam, licenças pagas em duplicidade, links de internet contratados e esquecidos, acessos administrativos na mão de gente que saiu da empresa há anos. O raio-x cobre equipamentos, sistemas, contratos de fornecedores, credenciais e rotinas de backup, e vira a primeira versão da documentação viva do ambiente — o documento que, dali em diante, será mantido atualizado como parte do serviço e que pertence à empresa, não a nós.

Sobre esse mapa, montamos o plano de arrumação: o que é risco imediato, o que pode esperar, o que custa quanto. A diretoria decide as prioridades com informação na mesa — provavelmente pela primeira vez.

A rotina de quem tem dono

Com o ambiente mapeado, a operação entra em regime: os usuários ganham o desk multicanal com prazos por severidade e o compromisso de resolução de incidente crítico em até 4 horas; o NOC em Florianópolis monitora servidores, links e serviços; as senhas administrativas passam a viver em cofre, com rotação registrada; e o backup deixa de ser promessa — as cópias rodam, e a restauração é ensaiada periodicamente, com tempo medido e resultado documentado.

A gestão de fornecedores entra no mesmo guarda-chuva. Operadora que degrada o link, software house que não corrige o bug, assistência que enrola na garantia: quem liga, cobra, registra protocolo e escala é a ASSIST, falando de igual para igual. O dono da empresa sai do meio do fogo cruzado técnico e recebe o resultado consolidado.

Segurança e continuidade como rotina, não como projeto

Sem um responsável permanente, segurança em PME anda em ciclos: um susto, um mutirão, dois anos de esquecimento. Sob gestão contínua, ela vira rotina administrada — atualizações aplicadas, antivírus gerenciado, acessos revisados quando alguém entra ou sai, e um plano de continuidade que descreve, por escrito, como a empresa volta a operar depois de um desastre: em quanto tempo, a partir de qual cópia, em que ordem. Conformidade com a LGPD deixa de ser um slide de consultoria e ganha práticas concretas de controle de acesso e guarda de dados.

Prestação de contas em linguagem de sócio

A cada trimestre, a diretoria recebe a operação em números: chamados atendidos, MTTR real contra o prometido, cumprimento de SLA, ensaios de backup, pendências e investimentos recomendados. É a reunião em que a TI deixa de ser caixa-preta e vira gestão como outra qualquer — com metas, histórico e plano anual. Empresas que nunca tiveram um setor de tecnologia descobrem, em poucos ciclos, o que é ter um: não uma pessoa correndo atrás de problema, mas uma função da empresa funcionando com método, dono e resultado auditável.

Resultado

O que muda com o contrato

Uma cadeira de gestor, ocupada

A ASSIST responde pela TI como um todo: decisões técnicas, orçamento, prioridades e a bronca quando algo sai do combinado.

Fornecedores sob gestão

Operadoras, software houses e fabricantes passam a ser cobrados por quem fala a língua deles — com registro, prazo e escalonamento.

Rumo combinado por escrito

Planejamento anual de tecnologia com investimentos previstos, riscos priorizados e metas que a diretoria acompanha a cada trimestre.

Percurso

Da conversa inicial à rotina com SLA

  1. 01

    Raio-x do ambiente

    Inventário de equipamentos, sistemas, licenças, contratos e acessos — muitos clientes descobrem aqui o que de fato possuem.

  2. 02

    Plano de arrumação

    Riscos classificados por gravidade e um cronograma realista do que resolver primeiro, com custo estimado de cada frente.

  3. 03

    Operação assumida

    Suporte aos usuários, monitoramento pelo NOC, rotina de backup com teste de restauração e gestão dos fornecedores em nome da empresa.

  4. 04

    Ciclo de planejamento

    Reuniões trimestrais de governança e um plano anual de evolução, revisado junto com a diretoria.

Respostas

O que costumam nos perguntar

A gestão completa serve para empresas de que tamanho?

O perfil típico é a empresa de 20 a 200 funcionários que nunca estruturou um setor de tecnologia — cresceu resolvendo TI por demanda e chegou a um ponto em que o improviso trava o negócio. Para operações menores, o formato de TI para PMEs costuma ser mais adequado; o diagnóstico indica o caminho.

Vocês também cuidam dos contratos com operadoras e sistemas?

Sim, essa é uma das partes mais valorizadas do serviço. Passamos a acionar e fiscalizar operadoras de internet, fornecedores de ERP, fabricantes e assistências em nome da empresa, registrando protocolos e prazos. Você para de perder tarde arbitrando discussão técnica entre fornecedores.

Como sei que o backup realmente funciona?

Porque ele é ensaiado. Além de executar as cópias, fazemos testes periódicos de restauração — recuperar arquivos e sistemas de verdade, medir o tempo e registrar o resultado. O relatório do ensaio vai para a reunião de governança. Backup sem teste de restauração é apenas esperança bem intencionada.

E se um dia eu quiser montar um time interno?

O contrato foi desenhado para permitir isso sem trauma. Toda a documentação do ambiente — inventário, topologia, senhas, procedimentos, histórico de chamados — é sua e está permanentemente atualizada. Na transição, entregamos tudo de forma assistida e treinamos quem chega. Cliente que fica por medo de sair não é relacionamento: é sequestro.

Converse com quem assina o SLA

Nada de robô nem fila de call center: quem responde é o próprio time de operação da ASSIST, no horário comercial, direto do NOC em Coqueiros.

Horário: Segunda a Sexta, 08h às 18h · Endereço: R. Des. Pedro Silva, 2958, Coqueiros, Florianópolis/SC