Pular para o conteúdo
TI Terceirizado

Para quem não tem depto de TI

TI para pequenas e médias empresas

Sua empresa não precisa de um funcionário de TI: precisa de tecnologia funcionando. Um contrato entrega o time inteiro — N1 a N3, monitoramento e prazo de atendimento — por menos do que custa um único analista contratado.

O cenário

Onde a operação costuma travar

A conta do CLT que ninguém faz

Salário é só o começo: encargos, benefícios, férias, 13º e rescisão levam o custo real a quase o dobro do valor anunciado na vaga.

O sobrinho que entende de computador

Improviso funciona até o dia em que o servidor não liga e o backup, que ninguém testava, também não. Aí o barato mostra o preço.

Crescer virou problema técnico

Abrir uma filial, contratar dez pessoas, adotar um sistema novo — cada passo do negócio esbarra numa TI que não acompanha.

A pergunta certa não é “quanto custa” — é “quanto já está custando”

Pequenas e médias empresas raramente decidem terceirizar a TI num momento de calma. A decisão costuma nascer de um susto: o sistema de vendas que ficou fora do ar num sábado de movimento, a planilha de contas que sumiu com o notebook, o técnico de confiança que pediu as contas levando as senhas na memória. Antes do susto, a TI parece um custo evitável; depois dele, descobre-se que ela sempre foi um custo — só que invisível e sem gestão.

Vamos ao resumo da conta que o mercado não gosta de fazer: entre encargos, benefícios e provisões, o profissional CLT pesa no caixa bem mais do que o salário anunciado — e uma dupla com redundância mínima custa o que muitas PMEs faturam num dia bom, sem eliminar o risco de ficar descoberta quando férias e atestado coincidem. Detalhamos cada parcela dessa matemática, item a item, no comparativo entre técnico CLT e TI terceirizada.

Um time inteiro pelo preço de menos de um analista

A proposta da terceirização é trocar a lógica do funcionário pela lógica do serviço. Em vez de um generalista sobrecarregado, a empresa passa a contar com uma estrutura que nenhuma PME conseguiria montar sozinha: atendentes N1 para o dia a dia, especialistas N2 e N3 para problemas de rede, segurança e nuvem, um NOC monitorando servidores e links, e processos de backup com teste de restauração de verdade. No mercado brasileiro, o custo por estação em contratos PME costuma variar entre R$ 80 e R$ 220 mensais — de modo que uma operação de 30 estações fecha o pacote completo por menos do que pagaria a um único contratado.

Há um efeito colateral que os números não mostram: a empresa para de depender de memória individual. Todo o conhecimento sobre o ambiente — mapa da rede, inventário, senhas rotacionadas, procedimentos — vira documentação formal, que pertence a você e não vai embora com ninguém.

“Sou pequeno demais para isso” é o mito que mais cobra caro

É a objeção que mais escutamos, e é também a mais fácil de desmontar. Mais da metade das pequenas empresas brasileiras já terceiriza alguma parte da tecnologia — quase sempre começando pelo básico: alguém confiável para chamar, backup que funciona, e-mail estável. O que muda com um contrato formal é que esse básico ganha prazo, indicador e responsabilidade contratual, em vez de depender da boa vontade de um prestador avulso.

E o prazo de atendimento não é enfeite para empresa grande. Quando o caixa de uma loja com quinze funcionários trava, o prejuízo por hora é proporcionalmente maior do que o de uma corporação com sistemas redundantes. O prazo de resolução de até 4 horas para incidentes críticos vale para todos os nossos contratos, do menor ao maior — porque a urgência de quem fatura com a máquina parada não tem porte.

Crescer com a TI a favor, não contra

O contrato de PME da ASSIST foi desenhado para acompanhar movimento. A cobrança por estação escala junto com o quadro de funcionários, sem renegociação a cada contratação. O plano de continuidade — backup testado, documentação atualizada, redundâncias mapeadas — cresce junto com a criticidade do negócio. E a reunião trimestral de governança coloca na mesa, em linguagem executiva, o que a tecnologia precisa para suportar o próximo passo da empresa: nova filial, novo sistema, mais gente.

O primeiro passo é uma conversa e um diagnóstico do ambiente, sem compromisso. Você recebe um retrato do que existe hoje, dos riscos que merecem atenção e uma proposta com valor fechado — apresentada em até dois dias úteis depois da visita. A partir daí, a decisão é sua; os números, nós colocamos na mesa.

Resultado

O que muda com o contrato

Time completo por fração do custo

Pelo valor de menos de um analista júnior em regime CLT, a empresa passa a contar com atendentes, especialistas e monitoramento contínuo.

Continuidade sem depender de ninguém

Férias, atestado e pedido de demissão deixam de ser risco operacional: o contrato cobre a operação com um time, não com um nome.

Mensalidade única e previsível

Um valor fechado por mês, definido pelo número de estações e criticidade — fácil de orçar, fácil de aprovar, fácil de auditar.

Percurso

Da conversa inicial à rotina com prazo de atendimento

  1. Conversa e diagnóstico

    Visita ao ambiente, contagem de estações e sistemas, identificação dos riscos que precisam de atenção imediata.

  2. Proposta sob medida

    Escopo, prazo de atendimento e mensalidade apresentados em linguagem de dono de empresa, com tudo o que entra e o que não entra por escrito.

  3. Primeiros 30 dias assistidos

    Documentação do ambiente, monitoramento instalado, senhas organizadas em cofre e usuários orientados sobre os canais.

  4. Rotina com prestação de contas

    Suporte no dia a dia, NOC de olho no ambiente e reunião trimestral com os números da operação na mesa.

Respostas

O que costumam nos perguntar

Minha empresa tem 12 computadores. Não é pouco para terceirizar?

É o tamanho em que a terceirização mais faz diferença. Com 12 estações, contratar alguém dedicado não se justifica — e é exatamente por isso que tudo fica no improviso. Um contrato enxuto dá a essa operação o mesmo desk, o mesmo monitoramento e o mesmo prazo de atendimento das empresas maiores, pagando pelo porte que tem.

Quanto custa em relação a contratar um técnico?

Um técnico com salário de R$ 4.000 custa à empresa perto de R$ 8.000 por mês quando se somam encargos, benefícios e provisões — e sai de férias 30 dias por ano. No mercado, contratos completos para operações de até 50 estações costumam ficar abaixo do custo real de um único CLT. O valor exato sai do diagnóstico.

O que a minha equipe percebe no dia a dia?

Que existe para quem ligar — e que resolve. Os usuários ganham portal, telefone e WhatsApp para pedir ajuda, e cada chamado tem prazo por severidade. A gestão percebe outra coisa: relatórios trimestrais e a TI saindo da lista de preocupações.

E quando a empresa crescer?

O contrato acompanha. O modelo por estação escala de forma automática: contratou dez pessoas, as estações entram no escopo e a mensalidade se ajusta na régua já combinada. Abrir filial, migrar para a nuvem ou trocar sistema são movimentos que passamos a planejar junto com você.

Próximo passo

Comece pelo diagnóstico do ambiente

Conversamos sobre o que existe hoje — quantos usuários, quais servidores, como está o backup — e a partir daí montamos o escopo. Sem compromisso e sem formulário longo.

Telefone
0800 591 9271
Atendimento
Segunda a Sexta, 08h às 18h