A pergunta certa não é “quanto custa” — é “quanto já está custando”
Pequenas e médias empresas raramente decidem terceirizar a TI num momento de calma. A decisão costuma nascer de um susto: o sistema de vendas que ficou fora do ar num sábado de movimento, a planilha de contas que sumiu com o notebook, o técnico de confiança que pediu as contas levando as senhas na memória. Antes do susto, a TI parece um custo evitável; depois dele, descobre-se que ela sempre foi um custo — só que invisível e sem gestão.
Vamos à conta que o mercado não gosta de fazer. Um profissional de TI contratado em regime CLT custa entre 1,7 e 2,3 vezes o salário bruto anunciado, quando se somam INSS patronal, FGTS, férias, 13º, benefícios e provisão de rescisão. O analista de R$ 4.000 sai, na prática, por cerca de R$ 8.000 mensais. Uma dupla júnior e pleno — o mínimo para ter alguma redundância — ultrapassa com folga R$ 18.000 por mês. E mesmo assim a cobertura continua frágil: uma pessoa de férias e a outra doente, e a empresa volta a ficar descoberta.
Um time inteiro pelo preço de menos de um analista
A proposta da terceirização é trocar a lógica do funcionário pela lógica do serviço. Em vez de um generalista sobrecarregado, a empresa passa a contar com uma estrutura que nenhuma PME conseguiria montar sozinha: atendentes N1 para o dia a dia, especialistas N2 e N3 para problemas de rede, segurança e nuvem, um NOC monitorando servidores e links, e processos de backup com teste de restauração de verdade. No mercado brasileiro, o custo por estação em contratos PME costuma variar entre R$ 80 e R$ 220 mensais — de modo que uma operação de 30 estações fecha o pacote completo por menos do que pagaria a um único contratado.
Há um efeito colateral que os números não mostram: a empresa para de depender de memória individual. Todo o conhecimento sobre o ambiente — mapa da rede, inventário, senhas rotacionadas, procedimentos — vira documentação formal, que pertence a você e não vai embora com ninguém.
“Sou pequeno demais para isso” é o mito que mais cobra caro
É a objeção que mais escutamos, e é também a mais fácil de desmontar. Mais da metade das pequenas empresas brasileiras já terceiriza alguma parte da tecnologia — quase sempre começando pelo básico: alguém confiável para chamar, backup que funciona, e-mail estável. O que muda com um contrato formal é que esse básico ganha prazo, indicador e responsabilidade contratual, em vez de depender da boa vontade de um prestador avulso.
E o SLA não é enfeite para empresa grande. Quando o caixa de uma loja com quinze funcionários trava, o prejuízo por hora é proporcionalmente maior do que o de uma corporação com sistemas redundantes. O prazo de resolução de até 4 horas para incidentes críticos vale para todos os nossos contratos, do menor ao maior — porque a urgência de quem fatura com a máquina parada não tem porte.
Crescer com a TI a favor, não contra
O contrato de PME da ASSIST foi desenhado para acompanhar movimento. A cobrança por estação escala junto com o quadro de funcionários, sem renegociação a cada contratação. O plano de continuidade — backup testado, documentação atualizada, redundâncias mapeadas — cresce junto com a criticidade do negócio. E a reunião trimestral de governança coloca na mesa, em linguagem executiva, o que a tecnologia precisa para suportar o próximo passo da empresa: nova filial, novo sistema, mais gente.
O primeiro passo é uma conversa e um diagnóstico do ambiente, sem compromisso. Você recebe um retrato do que existe hoje, dos riscos que merecem atenção e uma proposta com valor fechado — apresentada em até dois dias úteis depois da visita. A partir daí, a decisão é sua; os números, nós colocamos na mesa.