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TI Terceirizado

A conta

Técnico de TI CLT ou TI terceirizada?

A comparação justa não é salário contra mensalidade — é custo total contra custo total. Poucos fazem essa conta antes de contratar; quase todos fazem depois.

O salário anunciado na vaga é só a entrada da despesa. Somando INSS patronal, FGTS, 13º, férias remuneradas, benefícios e a provisão de rescisão, as estimativas correntes de mercado apontam que um contratado CLT custa entre 1,7 e 2,3 vezes o salário bruto. Na prática: o analista de R$ 4.000 pesa cerca de R$ 8.000 por mês no caixa — e quando sai, a rescisão consome o equivalente a mais três ou quatro salários.

O custo que a planilha não captura é a cobertura. Uma pessoa tira férias, adoece, estuda, pede demissão. Nesses intervalos a empresa opera descoberta, e a saída definitiva costuma levar junto o que nunca foi documentado: senhas, histórico de decisões, o mapa mental da rede. Montar redundância interna — dois profissionais em níveis diferentes — resolve a cobertura, mas empurra o custo mensal para muito além do que a maioria das PMEs consegue justificar.

Lado a lado

Os sete pontos em que os modelos divergem

Valores de referência do mercado brasileiro; o número exato da sua empresa sai de um diagnóstico, não de uma tabela genérica.

Comparativo entre manter um técnico de TI contratado em regime CLT e fechar um contrato de TI terceirizada
  Técnico CLT TI terceirizada
Custo mensal total De 1,7 a 2,3× o salário bruto; um analista de R$ 4.000 custa perto de R$ 8.000 Mensalidade fixa dimensionada pelo ambiente, definida antes da assinatura
Férias, atestados e ausências 30 dias de férias por ano e cobertura zero durante qualquer ausência Cobertura do time: a operação nunca depende da agenda de uma pessoa
Abrangência técnica Um generalista para rede, servidor, impressora, sistema e segurança N1 para o dia a dia e especialistas N2/N3 por disciplina, sob demanda
Fora do horário comercial Hora extra, banco de horas ou simplesmente ninguém disponível Plantão e monitoramento contínuo conforme o desenho do contrato
Desligamento e rotatividade Rescisão de 3 a 4 salários e o histórico do ambiente indo embora junto Troca de analista sem trauma: documentação e método ficam na operação
Documentação do ambiente Na memória do profissional — e na dependência de ele continuar na empresa Formal, atualizada e pertencente à sua empresa, por cláusula de contrato
Previsibilidade de orçamento Salário + encargos + ferramentas + treinamento + imprevistos Uma linha estável no planejamento financeiro, sem surpresa de hora extra

Quer transformar a referência em número da sua realidade? A página de orçamento explica como a mensalidade se forma — e o diagnóstico devolve a proposta em até 2 dias úteis.

Honestidade

Quando o CLT é a resposta certa

Um comparativo que só enxerga um lado não merece sua confiança.

Há cenários em que contratar faz sentido: quando a demanda é por alguém dedicado aos sistemas do próprio negócio — o ERP que roda a operação, a automação da fábrica, o produto digital da empresa. Esse trabalho pede imersão no negócio, e imersão é o forte do vínculo interno.

O que raramente se sustenta é usar esse mesmo profissional como infraestrutura inteira: atendimento ao usuário, servidor, backup, rede e plantão nas costas de uma pessoa. É aí que nasce o arranjo híbrido, o mais comum entre nossos contratos com quem já tem equipe: o interno segue no que exige conhecimento do negócio — ou assume a gestão do contrato, cobrando prazos e validando entregas — enquanto a estrutura, o atendimento de rotina e a retaguarda técnica passam para o time terceirizado. Ninguém precisa ser demitido para a conta fechar.

FAQ

As dúvidas de quem está fazendo esta conta

Esses multiplicadores valem para salários maiores?

Sim — a proporção se mantém, porque encargos, benefícios e provisões crescem junto com o salário. Um pleno de R$ 6.500 tende a custar entre R$ 11 mil e R$ 15 mil mensais no custo total. Quanto mais sênior o profissional, maior o valor absoluto que fica parado em tarefas de rotina que um N1 resolveria.

E contratar um júnior ou estagiário para economizar?

Funciona até o primeiro problema que ultrapassa o nível dele — e problemas de rede, backup e segurança ultrapassam rápido. O barato aparente cobra caro em retrabalho, risco e na rotatividade típica do início de carreira, que leva embora o pouco de histórico que se formou.

Posso testar o modelo híbrido antes de decidir tudo?

Pode, e é um caminho comum: o contrato assume infraestrutura, plantão e retaguarda enquanto o profissional interno segue no time, agora com apoio. Em alguns meses a empresa tem dados reais — volume de chamados, prazos, custo — para decidir o desenho definitivo com a calculadora, não com achismo.

Próximo passo

Faça a conta com os números da sua empresa

Conversamos sobre o que existe hoje — quantos usuários, quais servidores, como está o backup — e a partir daí montamos o escopo. Sem compromisso e sem formulário longo.

Telefone
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